A consultora Waleska Farias lista aptidões necessárias para desenvolver talentos dentro de uma organização. Confira!
Afinal, quem são as pessoas consideradas talentos? É oportuno ilustrar que talento - vocação ou dom - é por convenção o nome que se dá a habilidades diversas, as quais podem ser inatas ou desenvolvidas. Talento é uma competência que imprime um diferencial pela maestria com que é exercida. É o que faz a pessoa ir além do compromisso assumido para desempenhar no “melhor de si” seus roteiros de ação.
Convencionalmente, talentos são os profissionais disputados pelo mercado de trabalho por ter um diferencial competitivo, cujo valor agregado tem impacto direto na entrega dos resultados, e aos quais são reservados cargos de maior destaque, responsabilidade e salários.
Há uma grande expectativa das empresas quanto ao perfil desse talento e para tornar-se um, não existe uma fórmula mágica, mas a adoção de alguns conceitos pode ajudar e muito. Aproveite as dicas e faça uma avaliação das suas aptidões:
Autoconhecimento – É condição sine qua non que o mesmo conheça a si mesmo, por meio de seus pontos fortes e fracos, e tenha total controle de suas emoções para não tornar-se refém de suas próprias reações. Investir no autoconhecimento é retorno garantido.
Team-building – Talentos são vistos como referenciais nas organizações, mas um profissional não consegue promover resultados e superar expectativas sem a ajuda de outras pessoas. Portanto, interagir bem em equipe e construir alianças nas células de trabalho são condições determinantes.
Rede de relacionamentos – No modo individual você pode até ir mais rápido, mas não chega tão longe. È importante desenvolver uma rede de relacionamento consistente. Estar visível, fortalecer laços e consolidar posições ajuda a ser lembrado.
Habilidades sociais – É oportuno que os talentos sejam mestres no trato das relações interpessoais. Devendo sempre lembrar-se de que as posições se intercalam. Um dia você pode prestar ajuda, enquanto no outro precisará ser ajudado.
Atualização constante – É necessário que haja um investimento contínuo no processo de aprendizagem. O perfil de um talento, na avaliação das empresas, vai além das chancelas acadêmicas e qualificações técnicas. É preciso, também, investir na formação de valores e padrões de condutas.
Valores – O único modo de imprimir longevidade a sua marca pessoal é conquistando a credibilidade das pessoas. Que seu posicionamento configure os conceitos de ética e respeito nas suas relações. Na expressão “walk the talk” – que a sua fala esteja sempre em convergência com suas ações.
Humildade nobre – É necessário que haja muito equilíbrio para que o profissional não se deixe tomar pela arrogância ao pretender ser insubstituível. Lembrando Da Vinci: "A simplicidade é o último grau de sofisticação."
Empreendedorismo – As empresas esperam que seus talentos tenham perfil empreendedor: saibam tomar decisões, assumir riscos, ter iniciativa, buscar novas possibilidades e mantenham uma conduta exemplar junto aos demais colaboradores.
Imagem virtual – Nas redes sociais, não basta participar, é essencial saber se portar. Tudo o que você comentar, apoiar ou reproduzir nas redes sociais, dada a percepção das pessoas, poderá depor contra ou a favor de si mesmo e da sua empresa.
Planejamento – Organização, disciplina e determinação. Esse é o caminho mais seguro para transformar seus objetivos em conquistas. Alinhe o que você quer a quem você é. Sem coerência entre os objetivos, os mesmos podem tornar-se irrealizáveis.
Convergência de propósitos - É fundamental identificar se o posicionamento da empresa é convergente com seu plano de carreira. Avalie se seus conhecimentos e aptidões atendem às demandas e expectativas da empresa e aprimore-os nesse sentido.
E por fim, aprenda a registrar conquistas - Aqueles que não conseguem reconhecer seus próprios méritos, também terão dificuldade de reconhecer e recompensar o esforço do outro.
Waleska Farias (Coaching e consultora em Construção de Carreira e Imagem)
Portal HSM
28/02/2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 16 de maio de 2010
Foco no Cliente
Senhores leitores extraio esta matéria do excelente site HSM Online. Veja a matéria que faz parte de um conjunto de ótimas matérias sobre gestão. Boa leitura.
A seguir o link:
http://br.hsmglobal.com/notas/55136-a-dicotomia-do-foco?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_content=unsina_valor_maio_d7&utm_campaign=unsina_valor_maio_d7
No segundo episódio da série de programas “Usina de Valor”, da ManagemenTV em parceria com a Escola de Marketing Industrial, o professor José Carlos Teixeira Moreira discute como as empresas devem definir a sua estratégia baseada no foco do cliente.
Segundo o professor, existem três estratégias de vendas: foco no umbigo, foco no cliente e foco do cliente. Entenda, a seguir, cada um deles.
Foco no umbigo
Algumas empresas ainda adotam procedimentos e atividades focadas em suas próprias necessidades. Olham apenas para si próprias e os clientes ficam em segundo plano.
“Uma vez, cheguei em um restaurante chique, arrumado e, aparentemente, de alto padrão. Quando pedi o cardápio, veio a surpresa. O garçom disse que tinha de escolher isso, depois aquilo e só depois o prato quente. Eu questionei: por que? Ele me disse que o restaurante tinha um sistema automatizado e não poderia mudar a ordem dos pedidos”, conta Teixeira.
Isso evidencia que a empresa estava ali não para servir o cliente mas, exclusivamente, para servir a si mesma.
Foco no cliente
Quando as empresas destinam a sua estratégia para o ‘foco no cliente’, acreditam estar mais próximas de satisfazê-lo. Em algumas companhias é possível escutar discursos como “o cliente é nosso patrão”.
“Ao colocar o foco no cliente, a empresa não enxerga que está sendo servil, quando deveria se concentrar em servir”, lembra o professor. “A experiência diz que sempre que perguntado sobre o que espera do atendimento, o cliente responde embasado nas contrariedades que lhe foram aparecendo na vida”.
Um exemplo claro é de uma empresa de aviação. Os clientes querem que a fila do check-in não demore, que o avião seja limpo, que as poltronas sejam confortáveis, entre outros. Isso demonstra que as respostas partem das contrariedades e não da necessidade.
O foco no cliente traz um equívoco de origem. “Na tentativa de ajudar o cliente, eu fico ouvindo dele contrariedades e transformo isso em necessidades. Mas ambos são diferentes”, provoca.
No final das contas, esse posicionamento faz com que as empresas aumentem os seus custos, já que escuta uma sequência de solicitações desnecessárias ao perguntar ao cliente o que ele deseja.
Foco do cliente
Portanto, as duas estratégias ‘foco no umbigo’ e ‘foco no cliente’ se mostram equivocadas e danosas ao negócio. A lição que deve ficar é: a estratégia deve ser entender o ‘foco do cliente’.
“Ao invés de perguntar o que o cliente quer, mude de posição. Tente olhar a mesma paisagem que o seu cliente vê”, lembra Teixeira. “O foco do cliente te dá uma chance de navegar no mundo do outro. E a grande mudança é sacar o que encaixa perfeitamente no que faz sentido para o seu cliente.”
“O cliente gosta de ser tratado com carinho, mas não com bajulação”, conta o experiente maitre Ático Alvez de Souza.
Para finalizar, o professor José Carlos Moreira Teixeira exemplifica e mostra que é necessário para adotar o foco do cliente:
• olhar com mais clareza o que o cliente necessita;
• identificar as suas reais necessidades;
• atender, consequentemente, o que o cliente quer;
• perceber a necessidade antes mesmo do cliente falar.
“Os seres humanos dão sinais antes de falar. As pessoas falam com o corpo, com o olhar, com os gestos”, finaliza.
A seguir o link:
http://br.hsmglobal.com/notas/55136-a-dicotomia-do-foco?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_content=unsina_valor_maio_d7&utm_campaign=unsina_valor_maio_d7
No segundo episódio da série de programas “Usina de Valor”, da ManagemenTV em parceria com a Escola de Marketing Industrial, o professor José Carlos Teixeira Moreira discute como as empresas devem definir a sua estratégia baseada no foco do cliente.
Segundo o professor, existem três estratégias de vendas: foco no umbigo, foco no cliente e foco do cliente. Entenda, a seguir, cada um deles.
Foco no umbigo
Algumas empresas ainda adotam procedimentos e atividades focadas em suas próprias necessidades. Olham apenas para si próprias e os clientes ficam em segundo plano.
“Uma vez, cheguei em um restaurante chique, arrumado e, aparentemente, de alto padrão. Quando pedi o cardápio, veio a surpresa. O garçom disse que tinha de escolher isso, depois aquilo e só depois o prato quente. Eu questionei: por que? Ele me disse que o restaurante tinha um sistema automatizado e não poderia mudar a ordem dos pedidos”, conta Teixeira.
Isso evidencia que a empresa estava ali não para servir o cliente mas, exclusivamente, para servir a si mesma.
Foco no cliente
Quando as empresas destinam a sua estratégia para o ‘foco no cliente’, acreditam estar mais próximas de satisfazê-lo. Em algumas companhias é possível escutar discursos como “o cliente é nosso patrão”.
“Ao colocar o foco no cliente, a empresa não enxerga que está sendo servil, quando deveria se concentrar em servir”, lembra o professor. “A experiência diz que sempre que perguntado sobre o que espera do atendimento, o cliente responde embasado nas contrariedades que lhe foram aparecendo na vida”.
Um exemplo claro é de uma empresa de aviação. Os clientes querem que a fila do check-in não demore, que o avião seja limpo, que as poltronas sejam confortáveis, entre outros. Isso demonstra que as respostas partem das contrariedades e não da necessidade.
O foco no cliente traz um equívoco de origem. “Na tentativa de ajudar o cliente, eu fico ouvindo dele contrariedades e transformo isso em necessidades. Mas ambos são diferentes”, provoca.
No final das contas, esse posicionamento faz com que as empresas aumentem os seus custos, já que escuta uma sequência de solicitações desnecessárias ao perguntar ao cliente o que ele deseja.
Foco do cliente
Portanto, as duas estratégias ‘foco no umbigo’ e ‘foco no cliente’ se mostram equivocadas e danosas ao negócio. A lição que deve ficar é: a estratégia deve ser entender o ‘foco do cliente’.
“Ao invés de perguntar o que o cliente quer, mude de posição. Tente olhar a mesma paisagem que o seu cliente vê”, lembra Teixeira. “O foco do cliente te dá uma chance de navegar no mundo do outro. E a grande mudança é sacar o que encaixa perfeitamente no que faz sentido para o seu cliente.”
“O cliente gosta de ser tratado com carinho, mas não com bajulação”, conta o experiente maitre Ático Alvez de Souza.
Para finalizar, o professor José Carlos Moreira Teixeira exemplifica e mostra que é necessário para adotar o foco do cliente:
• olhar com mais clareza o que o cliente necessita;
• identificar as suas reais necessidades;
• atender, consequentemente, o que o cliente quer;
• perceber a necessidade antes mesmo do cliente falar.
“Os seres humanos dão sinais antes de falar. As pessoas falam com o corpo, com o olhar, com os gestos”, finaliza.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Apesar de questionada, certificação PMP ainda é considerada um diferencial
Esta matéria foi retirada do site do Marcos Pires, http://www.projetizado.com.br/.
Vale a leitura.
Com a participação de especialistas na área de gerenciamento de projetos que votaram e opinaram sobre a enquete, ficou evidente que a certificação ainda é considerada um diferencial competitivo para um profissional de gerenciamento de projetos.
Mas isso só se torna verdade quando o profissional consegue aliar a certificação com experiência prática no campo de gerenciamento de projetos. Na opinião de alguns especialistas, o grande volume de profissionais certificados com pouca experiência prática em contextos mais amplos na gestão de projetos tem colocado a credibilidade da certificação em cheque quando o assunto é “ser um diferencial”. Pois muitas vezes, em busca de visibilidade alguns profissionais mesmo sem vivência prática têm buscado (e conseguido) a certificação. Conceito que inclusive vai contra os princípios pregados pelo PMI (instituto que certifica os profissionais) que exige uma experiência mínima de pelo 4.500 horas em projetos para tornar o candidato elegível ao exame.
Um fator positivo mesmo para os menos experientes que conseguem o certificado, é que o profissional certamente detém os conhecimentos básicos referente a fundamentos, processos e ferramentas de gestão de processo. Isso por si só pode ser considerado um diferencial, mas muito depende do contexto em que irá atuar.
Marcadores:
gerente de projetos PMI PMP
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
10 itens que matam a produtividade diária
Prezados Leitores, segue uma matéria muito interessante que retirei da HSM Online, módulo de recursos humanos muito interessante. Vale a pena ser lido!!
Reuniões, e-mails para responder, acúmulo de tarefas, cansaço. Tudo isso pode fazer com que você gaste mais tempo do que deveria em suas atividades.
Um planejamento semanal bem elaborado pode cair por terra quando as atividades diárias pré-estabelecidas são deixadas de lado por motivos circunstanciais ou urgentes, que atrapalham a produtividade. Será que você tem passado por isso? Confira a lista abaixo e veja com quais itens você se identifica.
1 – E-mail – Ficar com o e-mail aberto faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. Recomendo definir períodos para lidar com as suas mensagens sendo que no resto do tempo o caixa deve ficar fechada.
2 – Não ter clareza sobre o que fazer – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito hoje? Se não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.
3 – Estou em Reunião – Uma pesquisa feita pela Triad Consulting, empresa dá qual sou diretor, demonstra que 1/3 das reuniões podem ser canceladas. Então: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.
4 – Redes Sociais – Você usa twitter, facebook, orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço para se atualizar.
5 – Falta de energia – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de “energia” rouba muitas horas do dia e faz a pessoa “surfar” em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico, tome um multi-vitamínico, alimente-se em horários regulares, faça sexo (com freqüência).
6 – Falta de foco – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, quebre em pequenas atividades, feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.
7 – Navegador cheio de favoritos – Você abre seu browser para ir em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a surfar por outros portais? Instale um novo navegador (sugiro o Safari) e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando à toa.
8 – Messenger, Wave, GTalk, etc – A regra é simples: está ocupado? Fique com status invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.
9 – Interrupções – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.
10 – Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores – Que tal falar NÃO de forma concreta (baseado em planejamento X disponibilidade)? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.
Por Christian Barbosa (Especialista em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo", "Você, Dona do Seu Tempo”, “Estou em Reunião” e co-autor de “Mais Tempo, Mais Dinheiro”).
HSM Online
16/11/2009
Reuniões, e-mails para responder, acúmulo de tarefas, cansaço. Tudo isso pode fazer com que você gaste mais tempo do que deveria em suas atividades.
Um planejamento semanal bem elaborado pode cair por terra quando as atividades diárias pré-estabelecidas são deixadas de lado por motivos circunstanciais ou urgentes, que atrapalham a produtividade. Será que você tem passado por isso? Confira a lista abaixo e veja com quais itens você se identifica.
1 – E-mail – Ficar com o e-mail aberto faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. Recomendo definir períodos para lidar com as suas mensagens sendo que no resto do tempo o caixa deve ficar fechada.
2 – Não ter clareza sobre o que fazer – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito hoje? Se não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.
3 – Estou em Reunião – Uma pesquisa feita pela Triad Consulting, empresa dá qual sou diretor, demonstra que 1/3 das reuniões podem ser canceladas. Então: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.
4 – Redes Sociais – Você usa twitter, facebook, orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço para se atualizar.
5 – Falta de energia – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de “energia” rouba muitas horas do dia e faz a pessoa “surfar” em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico, tome um multi-vitamínico, alimente-se em horários regulares, faça sexo (com freqüência).
6 – Falta de foco – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, quebre em pequenas atividades, feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.
7 – Navegador cheio de favoritos – Você abre seu browser para ir em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a surfar por outros portais? Instale um novo navegador (sugiro o Safari) e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando à toa.
8 – Messenger, Wave, GTalk, etc – A regra é simples: está ocupado? Fique com status invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.
9 – Interrupções – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.
10 – Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores – Que tal falar NÃO de forma concreta (baseado em planejamento X disponibilidade)? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.
Por Christian Barbosa (Especialista em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo", "Você, Dona do Seu Tempo”, “Estou em Reunião” e co-autor de “Mais Tempo, Mais Dinheiro”).
HSM Online
16/11/2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Habilidades Humanas - SOFT SKILLS - de um Gerente de Projetos
Neste Post falo sobre as habilidades humanas - SOFT SKILLS - necessárias para um gerente de projetos. Este post é baseado em um podcast do Ricardo Vargas, chairman do PMI, que é uma autoridade no assunto, com diversos livros publicados.
Além das boas práticas inseridas no PMBOK que representam as habilidades gerenciais, chamadas de HARD SKILLS, envolvendo as áreas de conhecimento e fases dos projetos, o gerente de projeto tem de ter outras habilidades que podem ser chamadas de humanas ou SOFT SKILLS.
Estas habilidades estão descritas abaixo:
Abraços Marcelo Mendes.
Além das boas práticas inseridas no PMBOK que representam as habilidades gerenciais, chamadas de HARD SKILLS, envolvendo as áreas de conhecimento e fases dos projetos, o gerente de projeto tem de ter outras habilidades que podem ser chamadas de humanas ou SOFT SKILLS.
Estas habilidades estão descritas abaixo:
- Liderança - O gerente de projeto deve sempre buscar ser um líder e não um chefe. Um líder busca sempre ser uma pessoa inspiradora que envolva os seus liderados, um chefe usa apenas da autoridade e o poder. O líder tem de ser uma pessoa motivadora e não autoritária. Deve usar a autoridade com responsabilidade. Liderança envolve servir aos seus liderados para que eles realizem o seu trabalho também de forma inspiradora. Por outro não pode perder o controle sobre seu time, não pode perder a autoridade. O líder tem de demonstrar respeito e inspirar respeito.
- Trabalhar em time - O gerente de projeto deve sempre buscar trabalhar em time e motivar seus liderados a trabalhar em time. Deve criar dentro do mesmo uma Sinergia porém sem deixar de incentivar a Diversidade. Um time que não tem uma forte Sinergia pode vir a ter problemas nos seus projetos. O gerente de projetos deve entender as expectativas de cada membro do seu time e passar para todos os valores e objetivos da organização a qual pertecem. O time deve entender os objetivos do projeto e o que se espera de cada um. O gerente de projeto deve trabalhar também com um time que tenha diversidade, motivar seu time para que manifeste suas opiniões e pontos de vista diversos. Sinergia e Diversidade devem ser equilibradas para o sucesso do time.
- Gerenciar o poder - O gerente de projeto tem saber gerenciar o poder, utiliza-lo com equilíbrio. Evitar dar ordens ou usar o poder com terceiros sem ter a certeza que aquela ordem será obedecida ou respeitada. Usar da política, não no sentido pejorativo, muito comum nos dias de hoje, mas de forma a convencer de forma positiva que o caminho indicado por aquela ordem é o melhor possível.
- Gestão de conflitos - Os conflitos em um projeto são essencias. Pode parecer espirito de porco, mas não é!!! Um projeto sem conflitos representa um projeto aonde a crítica construtiva não existe. Por outro lado, deve ser gerenciada a crítica destrutiva e os conflitos desagregadores. Em outro post anterior descrevi uma série de métodos de tratamento de conflitos. Vale a pena ler.
- Gestão de stress - Assim como os conflitos os stress também é necessário, mas, de novo, o stress positivo. Você deve estar se perguntando: stress positivo??? Sim, um projeto sem pressão tende a cair na monotonia e na falta de objetividade. Devem ser criadas metas ou marcos (milestones) intermediários, colocar datas fixas e responsáveis por estas metas. Por outro lado o gerente de projeto é responsável por equilibrar o stress negativo, deve blindar o seu time e filtrar a pressão de modo a não "congelar" os membros da sua equipe. A equipe não pode ter um 'branco" por excesso de stress. Como diz aquela expressão em inglês: no pain no gain, isto é, não há ganho sem dor.
- Atitude diante do risco - O gerente de projeto deve procurar sempre identificar, planejar, qualificar, quantificar e controlar os riscos do projeto, porém nem todos os riscos podem ser identificados, são chamados os unknow unknow risks, riscos que não podem ser previstos. Para isso é importante que o gerente de projetos tenha atitude perante a fatos imprevistos. Deve estar sempre pronto pra responder a estímulos externos da melhor forma possível. O gerente de projetos tem de ser quem nem mulher grávida: deve estar sempre esperando!!!
- Persistência - Ser gerente de projetos não é fácil, tem de matar um leão por dia, porém ainda bem que não é fácil, por que se fosse fácil, nós não existiríamos. Se não tivéssemos de de ter liderança, trabalhar em time, gerenciar o poder, gerenciar os conflitos e o stress, e ter atitude não havia a necessidade de gerenciar nada apenas executar as tarefas e pronto. O desafio é que nos motiva, nos mantém vivos e felizes. Para isso é importante ter persistência para vencer os desafios do dia-a-dia.
Abraços Marcelo Mendes.
Marcadores:
soft skills habilidades humanas gerente projetos
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